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I am a Self-proclaimed Genius
EndlessDays
24/Male/Portugal
Why I Am Here
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Last Visit: 5 days ago
Upright and Awesome
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This is the place where you can personalize your profile!
But, how?
By moving, adding and personalizing widgets.
You can drag and drop to rearrange.
You can edit widgets to customize them.
The left side has widgets you can add!
Some widgets you can only access when you get a premium membership.
Some widgets have options that are only available when you get a premium membership.
We've split the page into zones!
Certain widgets can only be added to certain zones.
"Why," you ask? Because we want profile pages to have freedom of customization, but also to have some consistency. This way, when anyone visits a deviant, they know they can always find the art in the top left, and personal info in the top right.
Don't forget, restraints can bring out the creativity in you!
Now go forth and astound us all with your devious profiles!
... nunca mais perdi ninguém... não porque as pessoas não tivessem saído da minha vida, mas porque todos os laços que mantive a partir daí, nunca foram “reais”... foram apenas tão reais como o mundo...
“Suportar” a diferença é fácil, mas suportar a solidão... isso sim é complicado, ainda pior quando essa solidão é algo tão natural como respirar...por outro lado... respirar é necessário...
Sometimes,
A flower,
On occasion,
Will open,
During a storm.
Some say it is madness,
Confusion, suicide,
Romantics, Botanists,
--Experts give their reasons,
But nobody knows,
Why the stormflower blossoms,
We only know that it does.
No seu número de 14 de Abril de 1929, publicou o «Notícias Ilustrado», revista semanal editada pelo «Diário de Notícias» e dirigida por Leitão de Barros, uma vasta recolha de documentos e depoimentos sobre o fado. Leite de Vasconcellos, Campos Monteiro, António Botto, Augusto de Santa Rita, Teixeira de Pascoaes, Stuart Carvalhaes, e muitos outros (como Almada ou Jorge Barradas que colaboraram com desenhos) vieram alimentar a já acesa polémica que, por essa altura, envolvia o assunto.
Fernando Pessoa apareceu, também, com uma deliciosa declaração «mensageira» que, pairando acima de defensores e de atacantes, põe em prática a sua habitual argumentação cortante e paradoxal. Ei-la:
«
Toda a poesia - e a canção é uma poesia ajudada - reflecte o que a alma não tem. Por isso a canção dos povos tristes é alegre, e a canção dos povos alegres é triste.
O Fado, porém, não é alegre nem triste. É um episódio de intervalo. Formou-o a alma portuguesa quando não existia e desejava tudo sem ter forças para o desejar.
As almas fortes atribuem tudo ao Destino; só os fracos confiam na vontade própria, porque ela não existe.
O fado é o cansaço de alma forte, o olhar de desprezo de Portugal ao Deus em que creu e que também o abandonou.
No fado os Deuses regressam, legítimos e longínquos. É, esse o segundo sentido da figura de El-Rei D. Sebastião.»
--
'Lock the door, kill the light...No one's coming home tonight'
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you can always do this [link]
In Lust We Trust
btw é a aya vo.t add à watchlist
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this city is a graveyard
“Suportar” a diferença é fácil, mas suportar a solidão... isso sim é complicado, ainda pior quando essa solidão é algo tão natural como respirar...por outro lado... respirar é necessário...
meditate
Sometimes,
A flower,
On occasion,
Will open,
During a storm.
Some say it is madness,
Confusion, suicide,
Romantics, Botanists,
--Experts give their reasons,
But nobody knows,
Why the stormflower blossoms,
We only know that it does.
from Dancing on the Devil's Staircase,
i will
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You have a strange inexplicable urge to click here
Check out this kid's wicked awesome page-------> the last name thing is %100 coincidental!
Fernando Pessoa apareceu, também, com uma deliciosa declaração «mensageira» que, pairando acima de defensores e de atacantes, põe em prática a sua habitual argumentação cortante e paradoxal. Ei-la:
«
Toda a poesia - e a canção é uma poesia ajudada - reflecte o que a alma não tem. Por isso a canção dos povos tristes é alegre, e a canção dos povos alegres é triste.
O Fado, porém, não é alegre nem triste. É um episódio de intervalo. Formou-o a alma portuguesa quando não existia e desejava tudo sem ter forças para o desejar.
As almas fortes atribuem tudo ao Destino; só os fracos confiam na vontade própria, porque ela não existe.
O fado é o cansaço de alma forte, o olhar de desprezo de Portugal ao Deus em que creu e que também o abandonou.
No fado os Deuses regressam, legítimos e longínquos. É, esse o segundo sentido da figura de El-Rei D. Sebastião.»
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